Sabemos que para um bom caminhante, meio motivo basta, mas talvez você esteja precisando de um empurrãozinho a mais para conhecer Machu Picchu de uma vez por todas. Aí vão eles!

 

1. Seguir pegadas ancestrais

Seguir as pegadas dos Incas até o topo dos Andes, pelas antigas ruínas de Tambo, respirar a plenos pulmões o mesmo ar puro que os Incas respiravam um século atrás… A Trilha Inca é cheia de oportunidades para imaginar aqueles mesmos caminhos sendo percorridos pelos membros dessa antiga e brilhante civilização.  Nenhuma delas, contudo, se compara a quando se atravessa a Porta do Sol e se tem a primeira visão da cidade perdida de Machu Picchu. Nessa hora, se tem a clara percepção de que não se trata apenas de uma trilha, nem só de uma grande aventura: é um momento de transformação interior e de profundo contato com as raízes da América Latina.

 

2. Desafiar a mente, o corpo e o espírito

A Trilha Inca é uma das viagens mais populares da América do Sul, pois combina a cultura e beleza do Vale Sagrado com o desafio de uma das caminhadas mais populares do mundo. Desde sua descoberta há cerca um século, muitas escavações e pesquisas têm sido realizadas para tentar entender esse lugar. Sabe-se hoje que o trecho chamado de “Trilha Inca” é apenas a parte final e mais dramática da estrada Inca que levava à Machu Picchu. Essa parte do percurso pressupõe uma desafiadora caminhada da base do Vale Sagrado até o topo das montanhas, passando por florestas nebulosas e selvas que testam os limites da mente, do corpo e do espírito.

 

3. Perceber a justa recompensa pelo seu esforço

Apesar da exigência física, a maioria dos viajantes razoavelmente em forma consegue percorrer os 40 km de trilha sem problemas. Algumas partes são bastante íngremes, principalmente os três “passos” mais altos – um deles chegando à altura de 4.200m! O nome “Porta do Sol” é apropriado para o final da trilha, onde a vista de Machu Picchu entre a névoa provam que a subida definitivamente valeu a pena.

 

4. Viver uma aventura incrível, mas segura

Quem ama caminhar sabe que percorrer os caminhos ancestrais da humanidade é uma experiência profunda e que uma boa assistência nesse momento é essencial. A Direção Regional de Comércio Exterior e Turismo de Cusco (RDFTTC) no Peru avalia criteriosamente as operadoras da Trilha Inca e isso é um fator que traz tranquilidade ao viajante.

Não por acaso, aquela considerada a “Melhor entre as Operadoras da Trilha Inca” é justamente a nossa! Esse prêmio reconhece ótimas práticas em termos de serviço, segurança e logística, assim como o impacto positivo sobre a comunidade local.

 

5. Fazer um mergulho solidário na cultura local

Se você vai a um lugar tão especial, onde pulsa uma cultura centenária, é lógico que queira deixar boas vibrações no caminho. Uma das formas de fazer isso é visitar a Cooperativa de Mulheres Tecelãs do Vale Sagrado. Lá, é possível aprender sobre a arte de tecer belas mantas coloridas que vem sendo passada através das gerações. Que tal botar a mão na massa e tentar também? Também há a oportunidade de deliciar-se com os ingredientes nativos do Restaurante Comunitário Parwa e, ao mesmo tempo, colaborar com a conservação dos sabores e da cultura local.

Escolhendo bem sua operadora, você ajuda a empregar um grande número de pessoas do lugar que te darão suporte durante a viagem, como guias, carregadores, cozinheiros e motoristas, conectando as comunidades locais a cadeia global do turismo.  O selo vermelho da Direção Regional de Turismo garante que esse trabalho se dê em condições adequadas e que, para tod@s, a trilha até Machu Picchu traga uma justa recompensa.